Sobre

Formei, e agora? – essa não é uma pergunta boba ou simples de responder

Na verdade a resposta para essa pergunta pode mudar completamente o rumo da sua vida!

Foi o que aconteceu comigo.


Oi,Luiza-negri-coach

Tudo bem?

Eu sou a Luiza, fundadora do Formei, e agora?
O Formei, e agora? surgiu em 2014. Na época eu estava no 9o período do curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Ouro Preto e eu não sabia o que eu iria fazer depois da formatura e para piorar, eu não queria ser Arquiteta.

E foi esse momento que eu tomei 3 decisões:

  • Comecei um processo de Coaching com o Felipe Rigoni para me ajudar a passar por essa fase;

  • Decidi fazer o meu TCC (trabalho de conclusão de curso) em negócios de impacto social. Essa foi a maneira que encontrei para estudar negócios, administração e marketing dentro do meu curso – Inclusive, depois, esse tcc me rendeu um prêmio a nível nacional!

  • E foi nesse momento também que eu criei o Formei, e agora?

Eu percebi que eu não era a única a ter dúvidas e incertezas sobre a vida profissional pós-faculdade. Eu não era a exceção. Descobri que quase todos os meus colegas passavam pelo mesmo que eu (mesmo aqueles que tinham certeza que queriam ser Arquitetos não sabiam o que eles fariam depois da formatura).

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Trabalhar em um escritório? Mestrado? Concurso público? Abrir o próprio negócio? Outra faculdade? Trainee?

O sucesso desse blog só mostra que não era apenas eu e meus amigos que estávamos vivendo essa fase.  Jovens do Brasil todo enfrentam os mesmos problemas e questionamentos.

O questão é: esse é um momento decisivo e muito importante que vai influenciar grande parte da nossa vida e na maioria dos casos nós não temos a que ou a quem recorrer. Ficamos perdidos e muitas vezes temos que tomar uma decisão no escuro, sem ter muito conhecimento sobre o que nos espera. O resultado disso não tem como ser bom.

Segundo a pesquisa do Instituto Gallup e Harvard Review, 87% das pessoas no mundo estão insatisfeitas com seus trabalhos.

As razões são diversas, mas escolher uma profissão pelo salário, pelo comodismo ou por querer se encaixar no que é “tradicional” pode te levar a fazer parte desses 87%.
Para ficar do outro lado da estatística é importante que você se conheça e esteja consciente de como seu emprego se conecta aos seus objetivos de vida.

Parece simples, mas se conhecer é coisa rara, exige muita reflexão – identificar seu propósito e sua missão, também. Traçar metas, objetivos e meios de alcançá-los pode ser tão desafiador que muitas pessoas preferem deixar isso para lá e ir levando a vida.

Por experiência própria eu sei que não é fácil buscar fazer parte dos 13% que estão satisfeitos com o trabalho.

Não existe um caminho pronto ou respostas certas.

Você tem que se conhecer, sair da sua zona de conforto e questionar muitas coisas, mas esse processo é essencial e vale todo o esforço!

Hoje eu sou coach fromada pela Sociedade Brasileira de Coaching.

Deixei meu diploma de graduação para me dedicar a uma profissão que se enquadra ao meu perfil e, mais importante, aos meus objetivos e ao meu propósito de vida.

Eu contribuo para formar pessoas mais conscientes, preparadas e mais satisfeitas com suas vidas pessoais e profissionais através do processo de Coaching e auxilio jovens que estão passando pela mesma fase que eu passei a responderem a pergunta “Formei, e agora?”, a se conhecerem melhor e a tomarem melhores decisões para suas vidas.